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Liberty na Copa 2014

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outubro 02
Meu Exemplo de Heróis Anônimos

Confira o infográfico dos heróis anônimos da Copa do Mundo da FIFA™.​

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abril 14
Por que craques não vencem Copas do Mundo sozinhos

Em uma Copa do Mundo, se um time não tiver o sentimento de união, ele não vence. Eu disse isso em uma recente entrevista ao site FIFA.com, e repito: ninguém ganha uma Copa do Mundo sozinho. Nem mesmo o Pelé, o Maradona ou as grandes estrelas do futebol de hoje que irão mostrar seu brilhantismo nos meses de junho e julho.
No tetra e no pentacampeonato, a união em campo refletia a sintonia do grupo nos vestiários também. Sempre existe uma equipe coesa por trás de um craque. E é nisso o que temos que nos focar para a Copa de 2014: precisamos e temos grandes talentos no time, como tínhamos em 1994 e em 2002. Mas o segredo de uma seleção campeã é também a união e o apoio mútuo. E um técnico que motiva seu time, é claro. Esses ingredientes são essenciais e são eles que levaram o Brasil à vitória na Copa das Confederações e que podem colocar mais uma vez a Copa do Mundo em nossas mãos.
Como afirmei na entrevista à FIFA, o que aconteceu na Copa das Confederações em 2013 só acontece quando o time acredita em si mesmo. O Brasil acreditou que poderia ganhar e conseguiu. E é por isso que na Copa do Mundo precisamos acreditar nessa união de elementos para chegar à vitória. Um desses elementos também é a torcida. Vamos ser positivos e apostar nossas fichas na nossa seleção. Juntos podemos conquistar o hexa.
Confira a íntegra da entrevista no site FIFA.com.

abril 14
Torcedores com dificuldades visuais terão narração dedicada em estádios

A FIFA e o Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo FIFA 2014 desenvolveram um projeto inovador a ser implementado no Brasil durante o torneio. Quatro cidades-sede (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte) terão dois comentaristas especiais cada nos estádios para incrementar a experiência de pessoas com deficiências visuais ao assistir às partidas.
 
O comentário será similar aquele do rádio, mas com ênfase em detalhes visuais para envolver pessoas na experiência – descrevendo a atmosfera, falando do local e descrevendo a linguagem corporal dos jogadores. Os comentários serão feitos em português por profissionais especialmente treinados.

 

abril 14
Operários dos estádios ganharão 50 mil ingressos

A FIFA decidiu distribuir, como forma de agradecimento, 50 mil ingressos aos operários que trabalharam na construção ou reforma dos 12 estádios da Copa do Mundo da FIFA 2014.
 
As entradas dão direito a 47 partidas da primeira fase, exceto o jogo de abertura, na categoria 4. O benefício será distribuído com o auxílio das construtoras, que deverão retirar os ingressos com a FIFA e entregá-los aos trabalhadores.
abril 11
Liberty Seguros garante o seu lugar na Copa do Mundo da FIFA 2014TM

​Liberty Seguros garante o seu lugar na Copa do Mundo da FIFA 2014TM

abril 10
#libertynacopa

​A abertura, Copa das Confederações da FIFA 2013. #libertynacopa

abril 07
Sr. Olavo, um exemplo do campo de futebol ao de seguros

Aos 82 anos, o Olavo da Silva Marques acumula experiência em diversas frentes. Ele está no mercado de seguros há 50 anos, por exemplo, é casado há mais de 60 anos e, há 70, entrou no mundo do esporte com a intenção de se profissionalizar. O carioca tinha apenas 12 anos quando disputou o campeonato juvenil de atletismo pelo Clube de Regatas Vasco da Gama na modalidade disco, dardo e peso.

Nos anos seguintes, o senhor Olavo investiu no futebol e dividiu o campo com jogadores até hoje célebres por seu talento com a bola. “Joguei ao lado de Evaristo Macedo, Jorge Vieira, o Vasconcelos, do Santos – o Pelé era reserva dele”, conta. Aos 14, jogou pelo juvenil do Olaria, depois pelo Bonsucesso e, enfim, no Madureira e no Vasco, além de outras equipes da região. Este último é o time do coração até hoje, ainda que ele tenha abandonado a carreira esportiva para ficar com a esposa em Cataguazes, Minas Gerais, onde mora até hoje e gerencia a própria corretora de seguros, trabalhando lado a lado filhos e netos e servindo de exemplo para toda a família que, segundo ele, o tem como grande ídolo. “Meu sonho era ser jogador profissional, mas minha mulher virou minha cabeça. Conheci ela no Rio de Janeiro e fui para Cataguazes.”

Algo que marcou a vida de Olavo foi a fatídica derrota brasileira na Copa de 1950, a qual ele acompanhou em primeira mão no Maracanã. “O estádio inteiro estava chorando”, relembra. Em 2014, no entanto, ele vai ter a chance de ver o Brasil jogar em casa em uma Copa do Mundo novamente. Pela campanha Artilheiros, da Liberty, ele conquistou o segundo lugar em Minas Gerais e, junto ao filho Evandro, vai assistir de camarote ao jogo de abertura da Copa. “Estou me preparando, vai seu muito emocionante. Eu nunca esperaria que algo assim fosse acontecer comigo. Quando vou ver isso de novo na minha vida? Nunca mais.”
abril 02
Meuexemplo

​Banner meu exemplo.

abril 02
Liberty na Copa do Mundo FIFA 2014 | Seu Flor

Existem muitas pessoas trabalhando nos bastidores de grandes eventos, como a Copa do Mundo FIFA 2014. E a Liberty decidiu procurar aqueles que de alguma forma vão dividir a responsabilidade desse grande evento no Brasil.

abril 01
As bancas viram pontos de troca de figurinhas

Época de Copa do Mundo é também quando as bancas de revista enchem de colecionadores em busca de trocar suas figurinhas do álbum da Copa. Na banca próxima à casa de Renato Castanhari, 59, não é diferente. “É uma febre, ferve. Quando chega Copa, essa banca vira uma confusão, com dezenas de pessoas, a partir das sete da noite, se encontrando lá e trocando figurinhas.” Para Renato, o prazer de colecionar figurinhas é algo sem muita explicação racional. “É um prazer lúdico, que chega a ser ingênuo nesse mundo cheio de tecnologias, web e demais ambientes virtuais. E o mais gostoso é visitar o álbum tempos depois e olhar um registro colorido do tempo, os jogadores que passaram pelos times, pelas seleções. As camisas, que mudam, ficam antigas. O álbum vira um retrato de uma época que faz a gente viajar pelo túnel do tempo.”

Renato conta que ir à banca no horário da troca de figurinhas da Copa é uma experiência divertida:

“O mais engraçado é a confusão que rola. Pais e mães acompanhando os filhos, alguns sem muita paciência para enfrentar esse rolo todo. É claro que sempre surge aqueles que pagam para ir embora logo: nem trocam a figurinha, já oferecem um valor alto pelas que faltam no álbum do filho. É bem divertido. Meus filhos já estão crescidos, começando a ter filhos, então eu vou com o meu irmão, que tem um filho de 14 anos hoje, e aproveito para trocar as minhas repetidas.”

Renato Castanhari, 59 anos, publicitário.

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