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Liberty na Copa 2014

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abril 15
Torcedores com dificuldades visuais terão narração dedicada em estádios

A FIFA e o Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo FIFA 2014 desenvolveram um projeto inovador a ser implementado no Brasil durante o torneio. Quatro cidades-sede (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte) terão dois comentaristas especiais cada nos estádios para incrementar a experiência de pessoas com deficiências visuais ao assistir às partidas.
 
O comentário será similar aquele do rádio, mas com ênfase em detalhes visuais para envolver pessoas na experiência – descrevendo a atmosfera, falando do local e descrevendo a linguagem corporal dos jogadores. Os comentários serão feitos em português por profissionais especialmente treinados. 
abril 15
Operários dos estádios ganharão 50 mil ingressos

A FIFA decidiu distribuir, como forma de agradecimento, 50 mil ingressos aos operários que trabalharam na construção ou reforma dos 12 estádios da Copa do Mundo da FIFA 2014.
 
As entradas dão direito a 47 partidas da primeira fase, exceto o jogo de abertura, na categoria 4. O benefício será distribuído com o auxílio das construtoras, que deverão retirar os ingressos com a FIFA e entregá-los aos trabalhadores.
abril 15
Parreira e a importância do voluntariado
A cultura do voluntariado ainda é pouco difundida no Brasil. O que realmente os voluntários fazem em uma Copa do Mundo da FIFA? Quais são suas atribuições? O ex-técnico da Seleção Brasileira, que foi campeão da Copa do Mundo da FIFA em 1994, Carlos Alberto Parreira, aproveitou o 1º Seminário de Voluntários, realizado na última sexta-feira (4/5), para dar dicas importantes sobre o assunto.
 
A Copa do Mundo da FIFA de 1994 não foi a sua única experiência no torneio. Ele participou de oito edições da competição, sendo uma como preparador físico (1970), seis como técnico de diversas seleções (1982, Kuwait; 1990, Emirados Árabes Unidos; 1994 e 2006, Brasil; 1998, Arábia Saudita; e 2010, África do Sul) e uma como observador da FIFA (2002).
 
Uma de suas lembranças mais marcantes sobre voluntariado é justamente desta participação como observador da FIFA, quando ele se recorda da maneira gentil como os coreanos o receberam.
 
“Eles queriam agradar de todas as maneiras. Quando eu cheguei, me perguntaram se eu falava inglês e colocaram músicas dos Beatles e do Elvis Presley no rádio do carro que me transportava. Queriam que eu me sentisse confortável”, lembra o técnico.
 
Na opinião de Parreira, esta é uma oportunidade de os brasileiros demonstrarem sua qualidade no atendimento aos visitantes.
 
“Acho que é a nossa grande oportunidade de mostrarmos excelência na prestação de serviços. Que não somos um povo que apenas gosta de samba e sabe jogar futebol. E o voluntário é parte importante neste processo. Ele tem de ter o sorriso no rosto e disposição para trabalhar”, explica Parreira.
 
abril 09
Um albergue carioca que nasceu da Copa

Em vez de encarar a escassez de quartos para turistas no Rio de Janeiro como um problema, os amigos Eder Gonçalves e Leandro Bezerra olharam para a questão como uma oportunidade. Os cariocas deixaram suas carreiras de publicitário e economista para seguirem, aos 30 anos, suas veias empreendedoras e criarem o primeiro albergue na Lapa, bairro boêmio da capital fluminense.

“Sempre fomos mochileiros e tivemos vontade de empreender, então resolvemos combinar a parte mochileiro com a parte empreendedor”, explica Leandro. Ele conta que Copa do Mundo no Brasil serviu de principal incentivo, pois deu coragem para que eles começassem o negócio. “Pequenos e médios empreendedores precisam aproveitar o momento, porque o governo está estimulando muito e grandes investidores também.”
Eder e Leandro fazem parte de um time de brasileiros que vem trabalhando nos bastidores dos eventos da FIFA para fazer deles um sucesso e trazer retorno para o Brasil. Com o site no ar, o Lapa Hostel não precisou de muito mais para virar um sucesso, especialmente entre jovens estrangeiros. As vagas são esgotadas nos feriados e, na última passagem de ano, 80% das camas foram ocupadas por gringos e o restante por brasileiros.
Os hóspedes podem visitar a pé o centro histórico da antiga capital brasileira e, à noite, se deliciar com caipirinhas e samba nos bares e baladas de um dos bairros mais célebres no país por sua boemia, a Lapa. A praia não está longe, e é facilmente acessível usando bicicletas, o transporte público e os táxis da cidade.

 

A experiência no albergue durante a Copa, segundo Leandro, será única, pois os estrangeiros poderão conhecer de perto a cultura brasileira, que está intimamente ligada ao futebol. “Para nós, da área do turismo, a Copa do Mundo vai ser algo que nunca foi visto”, diz. 
abril 08
Sr. Olavo, um exemplo do campo de futebol ao de seguros

Aos 82 anos, o Olavo da Silva Marques acumula experiência em diversas frentes. Ele está no mercado de seguros há 50 anos, por exemplo, é casado há mais de 60 anos e, há 70, entrou no mundo do esporte com a intenção de se profissionalizar. O carioca tinha apenas 12 anos quando disputou o campeonato juvenil de atletismo pelo Clube de Regatas Vasco da Gama na modalidade disco, dardo e peso.

Nos anos seguintes, o senhor Olavo investiu no futebol e dividiu o campo com jogadores até hoje célebres por seu talento com a bola. “Joguei ao lado de Evaristo Macedo, Jorge Vieira, o Vasconcelos, do Santos – o Pelé era reserva dele”, conta. Aos 14, jogou pelo juvenil do Olaria, depois pelo Bonsucesso e, enfim, no Madureira e no Vasco, além de outras equipes da região. Este último é o time do coração até hoje, ainda que ele tenha abandonado a carreira esportiva para ficar com a esposa em Cataguazes, Minas Gerais, onde mora até hoje e gerencia a própria corretora de seguros, trabalhando lado a lado filhos e netos e servindo de exemplo para toda a família que, segundo ele, o tem como grande ídolo. “Meu sonho era ser jogador profissional, mas minha mulher virou minha cabeça. Conheci ela no Rio de Janeiro e fui para Cataguazes.”

Algo que marcou a vida de Olavo foi a fatídica derrota brasileira na Copa de 1950, a qual ele acompanhou em primeira mão no Maracanã. “O estádio inteiro estava chorando”, relembra. Em 2014, no entanto, ele vai ter a chance de ver o Brasil jogar em casa em uma Copa do Mundo novamente. Pela campanha Artilheiros, da Liberty, ele conquistou o segundo lugar em Minas Gerais e, junto ao filho Evandro, vai assistir de camarote ao jogo de abertura da Copa. “Estou me preparando, vai seu muito emocionante. Eu nunca esperaria que algo assim fosse acontecer comigo. Quando vou ver isso de novo na minha vida? Nunca mais. ”
abril 08
As bancas viram pontos de troca de figurinhas

Época de Copa do Mundo é também quando as bancas de revista enchem de colecionadores em busca de trocar suas figurinhas do álbum da Copa. Na banca próxima à casa de Renato Castanhari, 59, não é diferente. “É uma febre, ferve. Quando chega Copa, essa banca vira uma confusão, com dezenas de pessoas, a partir das sete da noite, se encontrando lá e trocando figurinhas.” Para Renato, o prazer de colecionar figurinhas é algo sem muita explicação racional. “É um prazer lúdico, que chega a ser ingênuo nesse mundo cheio de tecnologias, web e demais ambientes virtuais. E o mais gostoso é visitar o álbum tempos depois e olhar um registro colorido do tempo, os jogadores que passaram pelos times, pelas seleções. As camisas, que mudam, ficam antigas. O álbum vira um retrato de uma época que faz a gente viajar pelo túnel do tempo.”

Renato conta que ir à banca no horário da troca de figurinhas da Copa é uma experiência divertida:

“O mais engraçado é a confusão que rola. Pais e mães acompanhando os filhos, alguns sem muita paciência para enfrentar esse rolo todo. É claro que sempre surge aqueles que pagam para ir embora logo: nem trocam a figurinha, já oferecem um valor alto pelas que faltam no álbum do filho. É bem divertido. Meus filhos já estão crescidos, começando a ter filhos, então eu vou com o meu irmão, que tem um filho de 14 anos hoje, e aproveito para trocar as minhas repetidas.”

Renato Castanhari, 59 anos, publicitário.

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abril 08
As figurinhas de antigamente

A memória de Copas do Mundo do publicitário Renato Castanhari, 59 anos, vai até 1958, quando o caminhão de bombeiros passou em frente ao seu apartamento no centro de São Paulo com a Seleção campeã em cima. Ele tinha apenas 4 anos então. Já a Copa seguinte, de 62, teve um outro impacto para Renato. Ele estudava na Praça da República, e lá trocava figurinhas com os amigos quando não estava na aula. “Elas não vinham ainda com a cola no verso, então a gente tinha que colar no álbum com um tipo de cola da época que chamava goma arábica”, recorda. Desde então, colecionar virou uma mania para ele. Ainda hoje, ele coleciona não apenas de Copas, mas de campeonatos, de filmes, desenhos animados. “Tenho vários álbuns antigos, mas infelizmente não guardei os meus primeiros, super valiosos hoje, imagino.”  

“Lembro que elas vinham com uma bala em cada pacotinho e haviam prêmios para quem preenchia determinadas páginas. Era o tempo das figurinhas carimbadas, que eram as mais difíceis de pegar, para poder valer prêmios. Quanto mais rara, maior era o prêmio da página – desde bola de futebol, rádio de pilha, caneta, até relógio, fogão, geladeira. Meu pai e meu avô é que incentivavam a gente. Meu avô era amigo do dono da banca de jornais da esquina e ficou sabendo por ele que se comprasse a caixa fechada de figurinhas, com certeza vinha umas carimbadas. Então ele comprava de caixa com um monte de pacotinhos dentro. Como cada pacotinho vinha com uma bala, lembro da gente encher potes e potes de vidro, lotados de bala. Nós ganhamos uma caneta Sheaffer e um rádio com um álbum desses. Claro que o meu avô virava o cara, comprando as caixas de figurinhas, enchendo a gente de bala, e ainda tendo prêmio. E imagina a gente na escola, com centenas de figurinhas que a gente nem trocava, mas dava. Era uma festa!” Renato Castanhari, 59 anos, publicitário. 

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abril 08
Meu álbum, minha Copa

“Eu lembro de ir, em 1994, com o pai de um amigo mais velho até a sede da Panini para pegar três figurinhas que faltavam. Em 1998 eu não conseguia de jeito nenhum a figurinha do Robert Prosinecki, da estreante Croácia. Quando tinha jogo dessa seleção, eu torcia contra ele, por raiva da figurinha. Acabei ficando vidrado no time da Croácia, que foi terceira colocada. 

Colecionar o álbum é excelente para quem é fanático e quer saber esquemas táticos e nome dos jogadores. É como ler sobre aquilo todo santo dia. Copa do Mundo é algo que mexe com quem gosta muito de futebol. E pra quem está acostumado a colecionar figurinhas, isso é parte da ‘experiência Copa’. Você vai completando o álbum a medida que a Copa vai chegando, vai decorando os times, as escalações, os grupos. O álbum tem uma pegada de conquistar algo que move a gente. Queremos completar o álbum tanto quanto o Neymar quer a taça.”

Fábio Felice, 24 anos, publicitário.

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abril 08
Álbum de pai para filho

Na Copa de 94, Fábio Felice tinha apenas cinco anos, mas observava atentamente o pai colecionar figurinhas com o irmão mais velho. “Achava aquilo fantástico.” Quatro anos depois, já ia à banca comprar os pacotinhos com o pai, ou esperava que ele os trouxesse chegando do trabalho. Nas Copas de 2002 e 2006, ele teve que aprender a se organizar para não gastar toda a mesada em figurinhas, e em 2010 estava fora do país no período, mas sua mãe, diretora de escola, trocou figurinhas com os alunos até completar o álbum. “Quando eu voltei, lá estava o álbum pronto pra entrar na coleção com os outros.” Na Copa deste ano no Brasil, Fábio já prevê: “Certeza que comprarei um milhão de figurinhas logo na primeira vez!”

“Meu pai foi parte de um processo para eu entender o que era colecionar um álbum. Ele me passou o cuidado que é legal ter com o álbum. Os meus nunca tinham orelha na capa, ou ficavam rasgados. Eu coleciono porque depois quero guardar ele. Se um dia eu tiver um filho, quero passar tudo pra ele.” Fábio Felice, 24 anos, publicitário.

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abril 08
Arte na Faixa une grafite com consciência urbana

Grafiteiros entram em ação no RJ para um trânsito mais eficiente.

 

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