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Liberty na Copa 2014

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agosto 18
O legado que a Copa do Mundo deixou

Muito falamos de legado da Copa do Mundo nos últimos meses. Agora, chegou a hora de começar a observar o que ficou para o país depois do mundial. Talvez o maior ganho imediato desta Copa para o Brasil foi de autoestima: aprendemos que somos não só capazes de organizar um megaevento para pessoas do mundo inteiro, como deixamos os visitantes satisfeitos e impressionados com o país.

 
Os estrangeiros se encantaram com o Brasil e especialmente com nós brasileiros, nossa hospitalidade e simpatia. De quebra, o evento ainda conectou o país aos vizinhos da América do Sul de uma forma nunca antes vista.

 

A Copa do Mundo da FIFA no Brasil também voltou os olhos do mundo para o nosso país, mesmo se o assunto não fosse futebol. O Brasil aumentou ainda mais sua relevância mundial e ainda ensinou aos estrangeiros uma série de características nacionais muito além dos conhecidos estereótipos.
 

O evento também movimentou a economia do país, de uma forma que vamos entender melhor daqui a algum tempo. E com certeza terá impacto no futebol nacional. Depois de um intenso mês de partidas que vão ficar para sempre nas nossas memórias, já vivemos em um país diferente daquele do início do ano. E embora a Copa tenha terminado, essa transformação só tende a continuar.

 

julho 07
Madrugadas entre pai e filho

Esta Copa do Mundo vai trazer muitas lembranças para Luciano Vilela, gestor de negócios da filial Goiânia da Liberty. Isso porque essa será a primeira sem seu pai, falecido em março, e com quem ele assistia a todos os jogos. “Até completar 30 anos eu morava em casa, então a gente ficava junto até de madrugada assistindo boxe, basquete, futebol”, conta. Luciano voltava da chácara da sua então noiva apenas para assistir aos jogos com Seu Tomaz de Aquino Vilela. “Ele provou que o simples pedido ‘filho assiste o jogo comigo?’ é muito melhor que uma festa grandiosa.”
“Meu pai era uma pessoa que desprezava muito a mentira. Preferia perder uma amizade ou uma oportunidade de trabalho do que mentir. Aprendi isso com ele, porque hoje as pessoas falam que sou muito franco e direto. Meu pai dizia: ‘Meu filho, quem rouba uma caneta, rouba um avião’. Ele também priorizava sempre a família, e dizia que é muito melhor andar em um carro velho e ter certeza de que a geladeira está cheia do que em um carro novo sabendo que sua família está passando por dificuldades. Eu tenho um casal de filhos, uma de 7 e um de 2, e estou tentando ser para eles o bom exemplo que meu pai foi para mim.”

julho 07
Aprendendo a força da simplicidade

 

O primeiro presente recebido pela mãe de Mara, aos 5 anos de idade, foi uma enxada. Era o fim precoce de sua infância. Como trabalhadora do campo, ela nunca pôde estudar. Mas algum tempo depois de se casar, se mudou com o pai de Mara e os três filhos pequenos para São Paulo em busca de uma vida melhor. E, trabalhando duro, ela como empregada doméstica e ele como pedreiro, criaram os filhos com muita simplicidade.
“Sempre questionávamos minha mãe sobre os que os outros tinham e nós não, e ela, sempre com sorriso no rosto, dizia: ‘tudo o que vocês não têm hoje, terão no futuro’. Quando eu tinha 12 anos, via minhas amigas com tênis de marca, roupas transadas, viajando a passeios etc. E minha mãe sempre me dizia: filha, ame o que você tem e trabalhe honestamente para buscar o que deseja, porque tudo na vida tem o seu tempo. Ela sempre nos deu excelentes exemplos. Com ela aprendi a ser guerreira, a buscar as oportunidades nas dificuldades, a amar o próximo e tratar todos com igualdade. Aprendi a amar o que tenho e ser feliz com a simplicidade. Aprendi a valorizar tudo e procurar ser melhor a cada dia. Mas o melhor de tudo é poder ser eu mesma em qualquer situação, assim como era minha mãe. Hoje, eu e meus irmãos somos bem casados, temos nossas casas próprias e felizmente estamos todos encaminhados, como minha mãe sempre desejou.”
Mara Cristina da Fonseca Guizoni Arzillo, gerente da filial São Paulo da Indiana Seguros, concessionária da Liberty

 

julho 07
Como torcer com responsabilidade nessa Copa

 

Dia de jogo do Brasil já começa com outra energia: as pessoas tocam
cornetas, muitos escritórios e negócios fecham mais cedo, amigos fazem
suas apostas sobre o resultado, outros organizam uma festa para
receber amigos e família para torcer pela Seleção. Para não deixar
nada estragar essa festa, reunimos algumas dicas para quem quer torcer
com responsabilidade e dar o exemplo para os outros.

1. Não pegue no volante depois de beber. Se exagerou na dose, volte
para casa usando o transporte público ou um chame um táxi
2. Dirija com calma e atenção antes e depois dos jogos. Muitas pessoas
estão tentando chegar a algum lugar para assistir à partida, e a
pressa pode gerar acidentes.
3. Não solte balões e cuidado ao manejar fogos de artifício. O que
começa em comemoração pode terminar em acidente.
4. Respeite os torcedores de outras seleções, seja um bom anfitrião da
Copa. Todos têm direito de fazer uma grande festa para o seu time!

 

julho 07
Dicas para quem recebe estrangeiros em casa durante a Copa (ou depois dela)

A publicitária Roberta Sales, 33 anos, mora em Jundiaí, interior de
São Paulo, e está recebendo para a Copa do Mundo um uruguaio que
conheceu através do programa Couchsurfing. Em abril ela fez o novo
amigo em Punta del Este, e dois meses depois ele estava desembarcando
no Brasil para assistir sua seleção e aproveitar para conhecer os
pontos turísticos de São Paulo. Ele foi assistir ao Uruguai e
Inglaterra na Arena Corinthians no último dia 19.

“A dica para outros brasileiros recebendo turistas estrangeiros seria
não mudar a sua rotina. Ser tranquilo, apresentar nossa culinária,
música, um pouco do bairro onde vive, da cidade, dos costumes, fazer
passeios culturais – no meu caso, por exemplo, o moço adora artes,
cultura e música. Além de conhecer pessoas e culturas novas, gosto de
receber estrangeiros para poder exercitar outros idiomas. Essa troca
de experiências e relatos de viagens é muito bacana!”

julho 07
Saiba como ser um bom anfitrião para turistas durante e depois da Copa

O professor de inglês Mauricio Buchler, criador do site tripppin.com,
está recebendo durante a Copa do Mundo da FIFA um casal de
australianos. Ele trabalhou com Burt em uma rádio na Austrália quando
morava lá, e assim que o colega perguntou se podia se hospedar em sua
casa com a namorada, Maurício foi receptivo e aproveitou para
recomendar alguns programas tipicamente brasileiros, como bares de
chorinho e baladas com música nacional.

“Pra receber bem o turista, é importante deixá-lo à vontade e não
assustá-lo em relação à insegurança. Esses problemas existem, mas o
Brasil é muito maior do que isso. A chance do turista não ser
assaltado é muito maior do que a de ser assaltado. Basta dar algumas
diretrizes básicas (que são nada mais do que bom senso) e você
consegue estimular o turista a realmente adentrar a cultura
brasileira. Adoro ter gente em casa. Morei em muitos países e fiz
muitos amigos. Faço questão de receber os amigos em casa, e quando
estou viajando recebo o mesmo tratamento!”

junho 27
3 grandes exemplos de fair play em Copas

 

Desde 1970, a FIFA distribui o Troféu FIFA Fair Play para as seleções menos faltosas de cada edição da Copa do Mundo. O Brasil é o maior vencedor da premiação, sendo o time mais disciplinado de 4 edições (1982, 1986, 1994 e 2006), com o recorde negativo de apenas dois cartões amarelos durante toda a Copa de 82. Além de fazer menos faltas, outras atitudes também são dignas de reconhecimento quando falamos de fair play. Por isso, reunimos 3 casos em que seleções deram exemplo de espírito esportivo durante o mundial.
1. Brasil 1 x 0 Inglaterra - 7/jun/1970
Depois de um jogo muito disputado, Pelé se dirigiu ao zagueiro Bobby Moore e trocou a camisa com o capitão inglês. Os dois jogadores se abraçaram em uma demonstração de respeito mútuo. É considerado o momento que popularizou as trocas de camisas em Copas do Mundo.
2. EUA 1 x 2 Irã - 21/jun/1998
Os dois países tinham cortado as relações diplomáticas, mas os jogadores das duas seleções trocaram presentes, ajudaram uns aos outros fora de campo e combinaram secretamente a realização de três partidas entre os times, sem o conhecimento do governo de ambos.
3. México 3 x 1 Irã - 11/jun/2006
Antes do início da partida, o goleiro iraniano Ebrahim Mirzapour entregou um buquê de flores ao goleiro mexicano Oswaldo Sánchez, que havia acabado de voltar em um voo de Guadalajara, onde havia enterrado seu pai.

 

junho 27
As 10 partidas e jogadores com mais gols em Copas

Uma Copa do Mundo é feita de gols. São eles que fazem do futebol tão emocionante e do mundial uma grande festa. Confira com a gente os jogos (e jogadores) que mais proporcionaram à torcida essa adrenalina que só um belo gol proporciona.
1. A Copa com mais gols: 1998, com 171 gols
2. A maior goleada: 15/jun/1982 - Hungria 10 x 1 El Salvador (Primeira fase)
3. As partidas com a maior diferença de gols:
15/jun/1982 - Hungria 10 x 1 El Salvador (Primeira fase)
18/jun/1974 - Iugoslávia 9 x 0 Zaire (Primeira fase)
17/jun/1954 - Hungria 9 x 0 Coreia do Sul (Primeira fase)
4. O maior número de gols em uma partida: 26/jun/1954 - Áustria 7 x 5 Suíça (Quartas de final)
5. O maior placar em um empate:
3/jun/1962 - União Soviética 4 x 4 Colômbia (Primeira fase)
17/jun/1954 - Inglaterra 4 x 4 Bélgica (Primeira Fase)
6. A maior goleada em uma final: 29/jun/1958 - Brasil 5 x 2 Suécia
7: A seleção que mais marcou gols na história das Copas: Brasil - 210
8: A seleção com mais gols em uma única Copa: Hungria, com 27 gols em 1954
9. O jogador com mais gols em Copas: Ronaldo, com 15 gols
10. O jogador com mais gols em uma única Copa: Just Fontaine, da França, com 13 gols em 1954

junho 27
7 mascotes que marcaram as Copas do Mundo

 

Neste ano, o mascote da Copa do Mundo será um tatu-bola, uma espécie brasileira em extinção. Fuleco é o mais novo de uma série de representantes dos países-sede do mundial. Desde 1966, a cada quatro anos, o anfitrião escolhe um mascote que simbolize alguma característica típica sua. Com isso, a FIFA criou uma tradição não apenas para o evento, mas para todas as competições esportivas, que pouco usavam mascotes antes. Confira 7 mascotes que marcaram o torneio antes do Fuleco:
1. Willie - Inglaterra 1966: um leão, um dos símbolos do Reino Unido, vestido com a bandeira britânica.
2. Naranjito - Espanha 1982: uma laranja, fruta típica da Espanha, vestida com o uniforme espanhol. O nome é o diminutivo da fruta.
3. Pique - México 1986: uma pimenta jalapeño, uma das mais tradicionais do México, de bigode e vestindo um sombrero. O nome vem de “picante”.
4. Ciao - Itália 1990: é um “boneco de pauzinhos” com as três cores da bandeira italiana e cabeça de bola de futebol.
5. Footix - França 1998: um galo, um dos símbolos nacionais da França, vestido com uma camisa azul (como a camisa principal da seleção francesa). O nome é uma fusão de futebol em francês (Foot) com o sufixo de Asterix (-ix), personagem de famosos quadrinhos franceses.
6. Ato, Kaz e Nik (os Spheriks) - Japão e Coreia do Sul 2002: trio de extraterrestres que praticam um esporte similar ao futebol (Atmoball) no seu planeta.
7. Zakumi - África do Sul 2010: um leopardo, um dos animais mais comuns da fauna sulafricana. As cores do cabelo (verde e amarelo) remetem às cores da bandeira do país.
De qual mascote você mais gostou?

 

junho 27
7 decisões nos pênaltis em Copas que ficaram para a história

 

A tensão da torcida assistindo à sua seleção jogar na Copa do Mundo já é alta. Quando a partida precisa ser decidida em pênaltis, então, a adrenalina vai a mil. Relembre com a gente momentos desse tipo que marcaram as Copas.
1. Brasil (3) 0 x 0 (2) Itália (Final) - 17/jul/1994
A primeira Copa decidida nos pênaltis gerou uma das imagens mais famosas do futebol: o atacante italiano Roberto Baggio desolado frente à marca do pênalti após chutar a bola por cima do gol.
2. Argentina (4) 0 x 0 (3) Iugoslávia (Quartas de final) - 30/jun/1990 e Argentina (4) 1 x 1 (3) Itália (Semifinal) - 3/jul/1990
As disputas que consagraram o goleiro argentino Goycoechea como um “pegador de pênaltis”. Ele defendeu duas cobranças iugoslavas e outras duas italianas. No entanto, ele não defendeu o pênalti alemão batido no tempo regulamentar da final, que deu o título à Alemanha.
3. Itália (5) 1 x 1 (3) França (Final) - 9/jul/2006
A segunda final de Copa decidida nos pênaltis. A Itália sagrou-se tetracampeã mundial no jogo que ficou famoso pela cabeçada de Zidane no zagueiro italiano Materazzi.
4. Brasil (4) 1 x 1 (2) Holanda (Semifinal) - 7/jul/1998
Após um jogo muito disputado, o goleiro Taffarel garantiu a vaga na final depois de defender duas cobranças holandesas.
5. Uruguai (4) 1 x 1 (2) Gana (Quartas de final) - 2/jul/2010
Gana quase conseguiu a inédita classificação de uma seleção africana para a semifinal de uma Copa. Os ganenses saíram na frente, mas o uruguaio Diego Forlán (considerado o melhor jogador da Copa de 2010) empatou o jogo no tempo regulamentar. No último minuto do segundo tempo da prorrogação, o atacante uruguaio Luís Suarez evitou o gol de Gana com as mãos e foi expulso. O goleiro Muslera defendeu a cobrança e levou o jogo para os pênaltis, garantindo a classificação uruguaia para a semifinal.
6. Alemanha (5) 3 x 3 (4) França (Semifinal) - 8/jul/1982
Na primeira disputa de pênaltis da história da Copa do Mundo, a Alemanha passou para a final, mas perdeu para a Itália.
7. França (4) 1 x 1 (3) Brasil (Quartas de final) - 21/jun/1986
A seleção remanescente da geração de 82 foi eliminada pela França de Michel Platini.
Para você, qual decisão de pênaltis foi mais marcante?

 

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