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Liberty na Copa 2014

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novembro 28
Mãe cria produto que permite que seu filho com paralisia ande com ela

A musicoterapeuta israelense Debby Elnatan tem um filho com paralisia cerebral. Quando recebeu a notícia de que ele não sentia as próprias pernas, não se conformou. Começou a andar com o filho e teve a ideia de desenvolver um suporte que une adulto e criança em uma espécie de cadeira com adereços usados em escaladas, possibilitando que a criança ande junto com os pais. A invenção foi bancada por uma empresa e colocada no mercado com o nome de Upsee.

 
“Quando meu filho tinha 2 anos, profissionais médicos me disseram que ele não sabia o que são suas pernas e não tem qualquer consciência delas. Isso foi algo incrivelmente difícil para uma mãe ouvir. Eu comecei a andar com ele dia após dia, o que foi uma tarefa muito extenuante para nós dois. Da minha dor e desespero veio a ideia para o Upsee e estou maravilhada de vê-la frutificar.” Debby Elnatan em entrevista ao Daily Mail.

 

novembro 28
Pai desenvolve medicamento para o filho

Quando Vitor Giovani Thomaz foi diagnosticado com uma doença extremamente rara aos 4 anos e meio de idade, os médicos lhe deram uma expectativa de vida de seis meses a um ano. O pai, Adolfo Guidi, não se conformou com o parecer médico, e largou o trabalho para se dedicar integralmente ao estudo de doenças raras, com o objetivo de entender a doença de seu filho, a Gangliosidose GM1, tipo 2, e proporcionar uma vida longa a ele.

 

 

Todos os dias, o dedicado pai, que não possuía qualquer conhecimento em medicina, ia para a biblioteca do Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná para estudar o assunto. Depois de 8 meses, descobriu uma doença prima da que seu filho tinha, e a partir disso se juntou a um médico para desenvolver um remédio homeopático que impede que a doença avance. Batizado de Betagalactosidase, o medicamento custou cerca de 80 mil dólares e beneficiou não apenas Vitor, mas diversas pessoas que sofrem com a mesma doença e outras que possuem intolerância à lactose.

 

 
“Ser pai é algo maravilhoso. Eu costumo dizer que todo pai gostaria que o filho fosse aquela criança de dois, três anos de idade sempre, sempre, sempre, e tê-lo junto em todos os momentos. Se os filhos são o maior presente das nossas vidas, então temos que cuidar. O Vitor sempre lutou pela sua vida, ele nunca desistiu. Então essa atitude de confiança, fé e positividade dele é o que o tornou tão especial. E isso motiva a gente a continuar, a ir em frente.” Adolfo Guidi em entrevista ao projeto Eu Acredito.

 

novembro 28
Irmãos salvam idoso na piscina do prédio

 Em um dia quente, dois irmãos (de 3 a 5 anos) brincavam na beira da piscina do condomínio onde moram, em Caxias do Sul (RS), quando perceberam que o síndico do prédio, o idoso Armindo Gargioni, mergulhou sem retornar à superfície. Os dois não hesitaram em pular na piscina, que não dava pé para nenhuma das crianças, para salvar o senhor de 65 anos, que havia sofrido um mal súbito – depois ele foi encaminhado ao hospital, onde se recuperou.

 
“O maior [João Pedro] levantou a cabeça dele e o menor [Daniel] o puxou pelos pés. Aos poucos, ele se recompôs. Quando a minha mulher chegou, ele já estava fora da água. Desde que nasceram, eles são acostumados a brincar na água. Fazem natação, e eu e a mãe deles sempre estimulamos as brincadeiras na piscina”, contou ao G1 o pai dos meninos, João Paulo Michelin.

 

outubro 08
Vizinhos são como uma família

A cirurgiã dentista Iara Lopes Ribeiro tem um ótimo relacionamento com seus vizinhos. Na verdade, eles são como uma família. Quando sua filha era pequena e estava de férias, a vizinha sempre estava pronta para cuidar da menina. Em outra ocasião, outra vizinha teve trigêmeos e não tinha condições de contratar uma pessoa para ajudá-la, por isso os vizinhos se uniram em um mutirão em que um dava banho, outro alimentava e assim por diante. Quando falta um material de limpeza ou ingrediente, o grupo também se ajuda com empréstimos. “Quando viajamos e temos animais em casa, deixamos a chave com um dos vizinhos pra poder alimentá-los. Acredito que mesmo tendo uma cerca elétrica, alarme e monitoramento, tem que existir uma aproximação grande entre os vizinhos para fortalecer a segurança, evitando roubos e acidentes”, observa Iara.

“Quando mudamos para esse bairro tinha apenas 4 casas nesse quarteirão, não tinha padaria, supermercado e nem farmácia. Entāo, por necessidade e também por eu ter vindo de um bairro onde fazíamos festa junina na rua, foi fácil construir esse relacionamento. As casas foram aumentando e consequentemente o número de crianças também. Ficou mais fácil fretar ônibus pra irmos ao parque de diversões, ao zoológico etc. – conseguíamos lotar o ônibus!

 

“Primeiro começamos com uma festa junina em que as crianças ajudavam a cortar e colar bandeirinhas e procurar gravetos para fogueira. Cada vizinho trazia uma comida típica, e a prefeitura nos fornecia cavaletes para impedir o acesso dos carros. As crianças jogavam queimada na rua com as crianças das ruas vizinhas. Como a festa junina foi um sucesso, começamos a fazer uma confraternização no final do ano, e assim tudo vira motivo para fazer festa na rua. Aparecemos sem ser convidadas nos aniversários dos vizinhos, todos sabem que não precisa de convite.”

 

Iara Lopes Ribeiro, cirurgiã dentista e diretora do departamento Odontológico da Secretaria de Saúde de Jaú

 

outubro 08
Existe boa fé e vontade de ajudar

A publicitária Bartira Pontes já teve seu carro envolvido em um acidente com três carros. Felizmente, ninguém se feriu: todos conversaram cordialmente depois do ocorrido e, no fim, acabaram até mesmo tomando um café juntos. Para Bartira, a solidariedade no trânsito está crescendo.

 
“Não existe trânsito sem responsabilidade. Com cada vez mais pessoas se movimentando pela cidade em meios de transportes diferentes (carros, motos, metrô, trem, ônibus, bicicletas, a pé), manter o equilíbrio e o respeito pelo direito de todos irem e virem em segurança para mim é o maior exemplo de responsabilidade no trânsito. As pessoas normalmente são solidárias comigo no trânsito quando preciso. Apesar de estarmos muito desconfiados uns dos outros, a boa fé e a vontade de ajudar ainda está presente.
 
Acredito que estamos evoluindo para uma percepção de que, independente do meio de transporte, as pessoas têm as mesmas necessidades de mobilidade, e isso precisa ser respeitado. De qualquer forma, a educação é um ferramenta importante e ainda pouco usada para educar a todos no trânsito. Todos nós estamos no trânsito, todos nós precisamos ser educados para isso.”

Bartira Pontes, publicitária e diretora de Negócios.

outubro 06
O super-herói das ações responsáveis no trânsito

 Quando era criança, Gabriel Justo Lima via uns ajudando os outros na rua e achava aquilo o máximo. “Para mim se assemelhava muito aos super-heróis que salvavam pessoas indefesas”, conta. “Agora, quando eu vejo alguém precisando de ajuda, eu torço para que quando eu vá ajudar, alguma criança esteja vendo isso dentro de algum carro e que ela passe essa corrente quando for mais velha.”

 

Hoje Gabriel é publicitário, e já parou três vezes para ajudar pessoas no trânsito. “É notável o constrangimento de uma pessoa que o carro deu algum problema técnico em via pública, por isso eu penso que quanto menos eu parecer incomodado com aquilo e quanto mais eu ajudar, melhor”, diz. Em um dos seus “resgates”, ele conta que uma motorista estava tão desprevenida que acabou assustada com a abordagem. “Eu tive que explicar que eu só queria ajudá-la.”

“Sem dúvida, as pessoas levam para o carro todas as dificuldades e frustrações que passaram no dia. A grande técnica que eu utilizo para pessoas mais agressivas no trânsito é agir de maneira oposta. Ao invés de você alastrar a raiva, você a apaga. Eu tenho uma percepção mais otimista, nós somos muito impactados pelas atitudes negativas que encontramos no trânsito, e não somos tão impactados pelas atitudes positivas. Quantas vezes ficamos muito felizes por alguém ter parado o carro para que a gente entre em uma via movimentada? Não é proporcional à raiva que sentimos quando alguém não o faz. Mudar a atitude no trânsito começa da mudança da sua percepção, e posteriormente esta mudança de percepção será exposta nas suas atitudes, quando ajudar alguém.”

Gabriel Justo Lima, publicitário

julho 07
Como torcer com responsabilidade nessa Copa

 

Dia de jogo do Brasil já começa com outra energia: as pessoas tocam
cornetas, muitos escritórios e negócios fecham mais cedo, amigos fazem
suas apostas sobre o resultado, outros organizam uma festa para
receber amigos e família para torcer pela Seleção. Para não deixar
nada estragar essa festa, reunimos algumas dicas para quem quer torcer
com responsabilidade e dar o exemplo para os outros.

1. Não pegue no volante depois de beber. Se exagerou na dose, volte
para casa usando o transporte público ou um chame um táxi
2. Dirija com calma e atenção antes e depois dos jogos. Muitas pessoas
estão tentando chegar a algum lugar para assistir à partida, e a
pressa pode gerar acidentes.
3. Não solte balões e cuidado ao manejar fogos de artifício. O que
começa em comemoração pode terminar em acidente.
4. Respeite os torcedores de outras seleções, seja um bom anfitrião da
Copa. Todos têm direito de fazer uma grande festa para o seu time!

 

julho 07
Dicas para quem recebe estrangeiros em casa durante a Copa (ou depois dela)

A publicitária Roberta Sales, 33 anos, mora em Jundiaí, interior de
São Paulo, e está recebendo para a Copa do Mundo um uruguaio que
conheceu através do programa Couchsurfing. Em abril ela fez o novo
amigo em Punta del Este, e dois meses depois ele estava desembarcando
no Brasil para assistir sua seleção e aproveitar para conhecer os
pontos turísticos de São Paulo. Ele foi assistir ao Uruguai e
Inglaterra na Arena Corinthians no último dia 19.

“A dica para outros brasileiros recebendo turistas estrangeiros seria
não mudar a sua rotina. Ser tranquilo, apresentar nossa culinária,
música, um pouco do bairro onde vive, da cidade, dos costumes, fazer
passeios culturais – no meu caso, por exemplo, o moço adora artes,
cultura e música. Além de conhecer pessoas e culturas novas, gosto de
receber estrangeiros para poder exercitar outros idiomas. Essa troca
de experiências e relatos de viagens é muito bacana!”

julho 07
Saiba como ser um bom anfitrião para turistas durante e depois da Copa

O professor de inglês Mauricio Buchler, criador do site tripppin.com,
está recebendo durante a Copa do Mundo da FIFA um casal de
australianos. Ele trabalhou com Burt em uma rádio na Austrália quando
morava lá, e assim que o colega perguntou se podia se hospedar em sua
casa com a namorada, Maurício foi receptivo e aproveitou para
recomendar alguns programas tipicamente brasileiros, como bares de
chorinho e baladas com música nacional.

“Pra receber bem o turista, é importante deixá-lo à vontade e não
assustá-lo em relação à insegurança. Esses problemas existem, mas o
Brasil é muito maior do que isso. A chance do turista não ser
assaltado é muito maior do que a de ser assaltado. Basta dar algumas
diretrizes básicas (que são nada mais do que bom senso) e você
consegue estimular o turista a realmente adentrar a cultura
brasileira. Adoro ter gente em casa. Morei em muitos países e fiz
muitos amigos. Faço questão de receber os amigos em casa, e quando
estou viajando recebo o mesmo tratamento!”

junho 27
3 grandes exemplos de fair play em Copas

 

Desde 1970, a FIFA distribui o Troféu FIFA Fair Play para as seleções menos faltosas de cada edição da Copa do Mundo. O Brasil é o maior vencedor da premiação, sendo o time mais disciplinado de 4 edições (1982, 1986, 1994 e 2006), com o recorde negativo de apenas dois cartões amarelos durante toda a Copa de 82. Além de fazer menos faltas, outras atitudes também são dignas de reconhecimento quando falamos de fair play. Por isso, reunimos 3 casos em que seleções deram exemplo de espírito esportivo durante o mundial.
1. Brasil 1 x 0 Inglaterra - 7/jun/1970
Depois de um jogo muito disputado, Pelé se dirigiu ao zagueiro Bobby Moore e trocou a camisa com o capitão inglês. Os dois jogadores se abraçaram em uma demonstração de respeito mútuo. É considerado o momento que popularizou as trocas de camisas em Copas do Mundo.
2. EUA 1 x 2 Irã - 21/jun/1998
Os dois países tinham cortado as relações diplomáticas, mas os jogadores das duas seleções trocaram presentes, ajudaram uns aos outros fora de campo e combinaram secretamente a realização de três partidas entre os times, sem o conhecimento do governo de ambos.
3. México 3 x 1 Irã - 11/jun/2006
Antes do início da partida, o goleiro iraniano Ebrahim Mirzapour entregou um buquê de flores ao goleiro mexicano Oswaldo Sánchez, que havia acabado de voltar em um voo de Guadalajara, onde havia enterrado seu pai.

 

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