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Avançam negociações para cobrir a Copa
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Denise Bueno, para o Valor, de São Paulo
26/03/2010
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A Copa de 2014 já tem vários contratos de seguros em negociação. A primeira apólice
assinada foi pela Fifa no ano passado. Trata-se de um seguro de contingência e prevê
desde o cancelamento ou adiamento de jogos por problemas administrativos da sede até a
transferência do evento para outro país. Estão incluídos neste seguro a Copa de 2010 na
áfrica do Sul e a Copa do Brasil em 2014. O contrato tem a participação do IRB Brasil Re
no pool internacional formado para obter a cobertura. "Estamos preparados para muitos
outros", diz Sergio Bezerra, diretor comercial do IRB.
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A apólice cobre prejuízos de até US$ 650 milhões e 9% do risco foi repassado ao mercado
ressegurador brasileiro. Em caso de sinistro, o IRB-Brasil Re assumirá cerca de US$ 15
milhões. A apólice quase precisou ser acionada em razão das complicações para a
construção dos estádios na África, tanto pela demora na liberação dos recursos para os
empreendimentos como pela greve dos trabalhadores, gerando um atraso acima do prazo
para o término das obras.
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Maior sofisticação para atender os consumidores
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De São Paulo
26/03/2010
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O formato dos seguros massificados deverá se sofisticar. As corretoras e seguradoras
buscam desenhar soluções mais criativas para atender um conjunto de necessidades dos
consumidores e a de nichos de negócios. Para os executivos, boa parte da estratégia de
crescimento está focada no produto. A outra frente está na expansão dos canais de
distribuição por meio de redes menores, franqueadas e regionais.
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A Chubb do Brasil pretende formatar um produto novo por mês e vê como tendência os
ramos de seguro de acidentes pessoais, educacional e prestamista (cobertura para morte,
invalidez e perda de emprego). Um dos novos produtos em análise é um seguro de
acidentes pessoais com assistência para instalação de TVs de LCD. Outro é para quem vai
casar e não quer arriscar perder todo o dinheiro investido por conta de imprevistos. Esse
seguro será oferecido em lojas de varejo que têm lista de casamento, conta Robert
Hufnagel, diretor de novos negócios e sucursais.
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Retomada dos contratos de grandes riscos
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De São Paulo
26/03/2010
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O pior da crise já passou e a oferta de seguro para grandes riscos começa a se normalizar.
O único segmento que enfrenta alguma dificuldade é o de seguro garantia. Riscos de
engenharia, riscos operacionais, de transporte ou de responsabilidade civil contam com
boa capacidade e grande concorrência entre as seguradoras. Pelo menos é isso que 90%
dos executivos afirmam. Há quem diga que os preços já apresentam queda de até 30% em
alguns nichos para clientes sem histórico de perdas.
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Uma prova é a renovação de três contratos de seguros da Petrobras, com valor em risco
superior a US$ 90 bilhões. O contrato tem a liderança da Itaú Seguros, que numa atitude
inovadora diante da falta de capacidade do setor, entrou na disputa com suas
concorrentes Allianz e Mapfre. Em 2009, a petrolífera precisou prorrogar o programa de
seguros de 2008 por não ter encontrado capacidade financeira a um preço adequado.
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A bola da vez
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Por Denise Bueno, para o Valor, de São Paulo
26/03/2010
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O panorama da indústria brasileira de seguros sinaliza um futuro promissor. O setor
evoluiu a uma taxa superior a duas vezes a do PIB brasileiro na última década. A receita,
de R$ 94,8 bilhões em 2009, foi 11% superior ao ano anterior, mas abaixo da média de 14%
da última década. "A crise pegou em cheio vários setores e países. Mesmo assim, a
indústria brasileira cresceu na casa dos dois dígitos", comenta Patrick Larragoiti,
presidente do conselho de administração da SulAmérica, que no próximo dia 31 anunciará
o nome do novo presidente da seguradora.
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A conta de resultados é ainda mais animadora. O lucro líquido do setor aproximou-se de
R$ 7 bilhões em 2009, quase 20% maior do que em 2008, obtido principalmente pelos
esforços na redução de custos para fazer frente à perda de receita financeira diante do
ciclo de queda da taxa dos juros. "é preciso ter escala para acompanhar a trilha do Brasil
rumo a se tornar a quinta maior economia do mundo", diz Antonio Cássio dos Santos,
presidente da Mapfre Seguros, que conquistou a rede de vendas do Banco do Brasil e
oferece ao banco seu relacionamento com mais de 10 mil corretores.
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Cresce demanda por seguros de cancelamento de shows
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Thais Folego (tfolego@brasileconomico.com.br)
16/03/10
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Apólices das apresentações do Guns N’ Roses no Brasil foram feitas pela Allianz, com corretagem da Aon.
Os fãs ficam tristes, mas não há melhor marketing para o produto de "no show" das seguradoras do que o cancelamento ou adiamento de grandes shows.
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Os cariocas amantes de Guns N' Roses vão ter que esperar provavelmente até abril para ver Axl Rose subir ao palco da praça da Apoteose.
Marcado para ocorrer no último domingo, o show foi adiado depois que um temporal derrubou parte do palco e machucou duas pessoas da equipe organizadora.
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Mercado critica ideia de seguradora estatal
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Janes Rocha, do Rio
12/03/2010
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A ideia do governo de criar uma seguradora estatal para garantir o seguro de crédito de grandes
projetos de infraestrutura, publicada pelo Valor na edição de ontem, recebeu críticas do setor. Até o
titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio, manifestou-se contra a
medida. Executivos do mercado ouvidos pelo Valor também atacaram a proposta.
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Vergílio disse que "desconhece" a criação de uma nova seguradora estatal. Na opinião do "xerife" do
mercado segurador, a criação de uma nova empresa é "desnecessária, porque o mercado já oferece
garantias suficientes", afirmou. Sua sugestão é que o governo poderia criar um "fundo estruturante
para subsidiar garantias, a exemplo dos que já existem para o seguro rural, naval e habitacional".
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INTERNACIONAL
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Sapna Maheshwari, Bloomberg
04/03/2010
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O terremoto de magnitude 8,8, que matou mais de 800 pessoas no Chile no sábado pode
ser o mais caro para as seguradoras desde 1994, e o segundo mais caro na história do
setor.
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O terremoto, quinto mais forte no mundo em um século, arrasou edifícios, derrubou
linhas de energia e danificou 1,5 milhão de casas, segundo as autoridades. As
indenizações podem custar às seguradoras de US$ 2 bilhões e US$ 8 bilhões, segundo
estimativas da AIR Worldwide e da Eqecat, especializadas em catástrofes.
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Terremoto chileno pode ser o mais caro no setor de seguros desde 1994
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MARIA CRISTINA FRIAS - cristina.frias@uol.com.br
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A Liberty Seguros, empresa do grupo norte-americano Liberty Mutual, registrou faturamento de R$
1,5 bilhão em 2009, com aumento de 16% sobre o ano anterior. A empresa divulga hoje o balanço de
2009. Os motivos para o aumento da receita foram o incremento da carteira de automóveis, que é o
carro-chefe da companhia, e o início das operações de grandes riscos, segundo Luis Maurette,
presidente da companhia no Brasil. Para 2010, as projeções da Liberty são otimistas para o segmento
de grandes riscos. "Vamos avançar em projetos relacionados à infraestrutura, à Olimpíada e à Copa
do Mundo", diz Maurette.
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GRANDE RISCO
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A Prisa afirmou ontem que prevê uma recuperação dos lucros neste ano e no próximo, com ajuda de venda, anunciada sexta-feira, de mais de metade de suas para a americana Liberty Acquisition para reduzir dívida. A empresa espanhola de comunicação teve queda de 39% no lucro em 2009. A Prisa afirmou no mês passado que sua dívida estava em US$ 6,5 bilhões. A injeção de capital da Liberty deve reduzir isso pela metade.
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Liberty quer ser líder em seguro para executivo
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Thais Folego (tfolego@brasileconomico.com.br)
08/02/10
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Estratégia para ganhar mercado é oferecer apólices com cobertura a inquéritos da CVM e sinistros ambientais.
A companhia americana de seguros Liberty trouxe no ano passado a sua divisão mundial de grandes riscos para o Brasil, a Liberty International Underwriters (LIU).
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Com ela, a seguradora passou a atuar no segmento de seguros de responsabilidade civil para executivos, chamado de D&O (Directors and Officers).
Passado quase um ano, o vice-presidente de operações da LIU América Latina, Alan_LeNoble, veio ao Brasil para fazer o balanço do negócio
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Estrangeiras crescem no vácuo das nacionais
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Do Rio
03/02/2010
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Especialistas em riscos corporativos, as seguradoras Tokio Marine, Liberty e Allianz
registraram a maior expansão entre as multinacionais instaladas no Brasil, no vácuo
deixado pelas grandes seguradoras nacionais que decidiram recuar do negócio.
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A Allianz subiu de 7º para 3º lugar no "ranking" das seguradoras que mais operam com
grandes riscos em 2009. Os valores em prêmios subiram principalmente nos seguros
aeronáuticos (296%), incêndio (56,6%) e riscos financeiros (167,4%).
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